Ministro da Fazenda, Guido Mantega, recebe nesta segunda (22) prêmio de economista de 2011 da Ordem dos Economistas do Brasil. No cargo há cinco anos, é a primeira vez que ele leva a condecoração. Mantega tornou-se em abril o terceiro ministro da Fazenda há mais tempo no cargo e vai superar o líder em permanência, Pedro Malan, se for até o fim com Dilma Rousseff.
André Barrocal
BRASÍLIA – No cargo desde 2006, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, foi escolhido pela primeira vez o economista do ano, pela Ordem dos Economistas do Brasil (OEB). Ele receberá o prêmio, versão 2011, nesta segunda-feira (22/08), numa festa em São Paulo.
Mantega é o terceiro ministro da Fazenda há mais tempo no cargo, na história republicana (cinco anos e cinco meses). Ao ser mantido pela presidenta Dilma Rousseff, passou, em abril, Mario Henrique Simonsen, que comandara a economia por exatos cinco anos, com o ditador Ernesto Geisel (1974-1979).
Caso acompanhe Dilma até o fim do mandato dela, Mantega se tornará o ministro mais longevo no período republicano, iniciado em 1889.
O posto pertence a Pedro Malan, que esteve na Fazenda nos oito anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Em seguida vem Delfim Netto, ministro por sete anos com os ditadores Artur da Costa e Silva e Garrastazu Médici (1967 a 1974).
Malan nunca foi premiado pela Ordem dos Economistas como "o melhor do ano". Delfim ganhou a condecoração diversas vezes. A última foi em 2009.
O ministro da Fazenda que mais tempo ficou no cargo, considerando também o Brasil Império, foi Dom Fernando José de Portugal, por oito anos e nove meses do reinado de Dom João VI.
Mesmo que continue até dezembro de 2014, Mantega não bateria Dom Fernando por cerca de duas semanas.
De perfil desenvolvimentista, o ministro assumiu em março de 2006, no lugar de Antonio Palocci, que fazia uma gestão tida como ortodoxa e perderia o cargo por envolvimento na quebra do sigilo bancário de um caseiro.
Naquele momento, em que enfrentava a crise do suposto mensalão, o ex-presidente Lula decidira dar uma guinada no governo. Transferiu Mantega da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a Fazenda. E levou para o governo o então presidente da Central Única dos Trabahadores (CUT) Luiz Marinho, que comandaria o Trabalho.
Antes de entrar no governo com Lula (foi o primeiro ministro do Planejamento dele), Mantega tinha sido assessor econômico do eterno presidenciável por vários anos. Nesta condição, foi o principal responsável por conceber uma proposta de modelo de desenvolvimento sustentado no mercado interno.
Hoje, Dilma e Mantega dizem que o mercado interno é a maior proteção do Brasil contra turbulências internacionais.
Mantega é o terceiro ministro da Fazenda há mais tempo no cargo, na história republicana (cinco anos e cinco meses). Ao ser mantido pela presidenta Dilma Rousseff, passou, em abril, Mario Henrique Simonsen, que comandara a economia por exatos cinco anos, com o ditador Ernesto Geisel (1974-1979).
Caso acompanhe Dilma até o fim do mandato dela, Mantega se tornará o ministro mais longevo no período republicano, iniciado em 1889.
O posto pertence a Pedro Malan, que esteve na Fazenda nos oito anos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Em seguida vem Delfim Netto, ministro por sete anos com os ditadores Artur da Costa e Silva e Garrastazu Médici (1967 a 1974).
Malan nunca foi premiado pela Ordem dos Economistas como "o melhor do ano". Delfim ganhou a condecoração diversas vezes. A última foi em 2009.
O ministro da Fazenda que mais tempo ficou no cargo, considerando também o Brasil Império, foi Dom Fernando José de Portugal, por oito anos e nove meses do reinado de Dom João VI.
Mesmo que continue até dezembro de 2014, Mantega não bateria Dom Fernando por cerca de duas semanas.
De perfil desenvolvimentista, o ministro assumiu em março de 2006, no lugar de Antonio Palocci, que fazia uma gestão tida como ortodoxa e perderia o cargo por envolvimento na quebra do sigilo bancário de um caseiro.
Naquele momento, em que enfrentava a crise do suposto mensalão, o ex-presidente Lula decidira dar uma guinada no governo. Transferiu Mantega da presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a Fazenda. E levou para o governo o então presidente da Central Única dos Trabahadores (CUT) Luiz Marinho, que comandaria o Trabalho.
Antes de entrar no governo com Lula (foi o primeiro ministro do Planejamento dele), Mantega tinha sido assessor econômico do eterno presidenciável por vários anos. Nesta condição, foi o principal responsável por conceber uma proposta de modelo de desenvolvimento sustentado no mercado interno.
Hoje, Dilma e Mantega dizem que o mercado interno é a maior proteção do Brasil contra turbulências internacionais.
Fonte: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=18294&boletim_id=988&componente_id=15901

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